No caminho de tentar entender o processo de interligação do conhecimento, esbarro sempre em duas questões que limitam este que deveria ser um processo infinito. Primeiro a necessidade da sistematização da informação, como fator imprescindível à compreensão; segundo a forte influência da interpretação pessoal, carregada de aspectos que individualizam e personalizam a informação.
Para os intelectuais isto é óbvio e inquestionável, parte inerente do processo de aprendizado/troca de informações.
Será isto verdade absoluta ? O que vc. acha? Por favor dê uma olhada no video do Satsang ( abaixo a esquerda)
On my way to understand the process of knowlodge interconnectiom, I always stumble into two issues that impose a limit to what should be an infinite process. First the need for systematize the information, a factor essential to the understanding under the strong influence of personal interpretation, loaded with features that individualize and personalize the information.
For intellectuals this is obvious and indisputable, inherent part of the learning / information exchange.
Is this an absolute truth? What do you think? Please take a look at the video Satsang (below on the left)
11 de junho de 2009
Cabeça feita
No caminho de tentar entender o processo de interligação do conhecimento, esbarro sempre em duas questões que limitam este que deveria ser um processo infinito. Primeiro a necessidade da sistematização da informação, como fator imprescindível à compreensão; segundo a forte influência da interpretação pessoal, carregada de aspectos que individualizam e personalizam a informação.
Para os intelectuais isto é óbvio e inquestionável, parte inerente do processo de aprendizado/troca de informações.
Será isto verdade absoluta ? O que vc. acha? Por favor dê uma olhada no video do Satsang ( abaixo a esquerda)
On my way to understand the process of knowlodge interconnectiom, I always stumble into two issues that impose a limit to what should be an infinite process. First the need for systematize the information, a factor essential to the understanding under the strong influence of personal interpretation, loaded with features that individualize and personalize the information.
For intellectuals this is obvious and indisputable, inherent part of the learning / information exchange.
Is this an absolute truth? What do you think? Please take a look at the video Satsang (below on the left)
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2 comentários:
Olá amigo,
No meu modo de pensar, o conhecimento está ligado a nossa interação com o universo.
É a ciência da existencia.
É preciso expandir-se interiormente para buscar o conhecimento além, inclusive, do que nos é inFORMAdo. Dessa modo a percepção será sempre individualizada, e por isso mesmo, sem estar dentro de uma FORMA.
Assim, a nossa existencia se engrandece exatamente pelas subjetividades individuais. Análogo ao modelo da fisica quântica...
Ño universo, como o conhecemos até agora, não lhe percebemos o início nem o fim. Mas ele existe e aí está, e muito ativo!
Da vida, (ainda?!) não conhecemos o antes nem o depois, e o que chamamos vida é tudo o que ocorre entre o nascer e o morrer...
Parece-me que de tudo isso, ficam as verdades relativas,individuais, subjetivas, dentro da percepção da ciência de cada um, e que o universo (ainda?) não nos deu a conhecer o absoluto.
Me arrisco a especular, que o absoluto poderia ser a totalidade das subjetividades, mas isso foge as nossas capacidades...
Abraços,
Luis
Caro Luis,
é isto. E a intenção é , a partir de minha observação de quão dispersos estão conhecimentos que , se fossem integrados, seriam capazes de provocar uma enorme transformação em prol do bem estar. Não o bem estar preguiçoso, mas o pleno (#) , repleto de desapego e amor ao próximo.
forte abraço e obrigado. volte mais vezes.
Rudy.
(#) plenum - Arist´les e a física quântica ( "O campo" de Lynne McTaggart ed. Rocco pg. 49 e 50)
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